7.12.10

Se Ainda Falta Experiência Pra Falar Sobre Filosofia Então Não Fale!


O texto imagenação me fez imaginar de fato como as iconicidades influenciam no pensamento do telespectador.

Para poder melhor esclarecer meu pensamento gostaria de citar um exemplo que andei criando enquanto lia o texto citado acima.

“Em uma festa super chic havia uma super decoração, cada convidado que ia chegando ia notando os mínimos detalhes e acabava uma hora ou outra comentando com alguem da festa ou logo com algum familiar alguns dias depois. No centro da sala decorada tinha uma obra de arte em gesso. Lembrava um vaso de flores porém por fora era uma escultura de um homem nú, lembrando uma estátua grega. Um casal super chic notou ela mais do que outros que estavam entretido em suas conversas. A mulher, olhando para a estatua-vaso lembrou que não pôs agua para suas plantas em casa, com isso lembrou também do dia em que havia ganhado aquelas plantas que foi o mesmo dia em que sua avó morreu e lembrou o quanto ela era carinhosa e como eram bom os seus biscoitos.

Ela acaba comentando ao marido que sua avó fazia uns biscoitos maravilhosos e que um dia faria para ele, enquanto o marido olhando para o mesmo vaso chegou em outro pensamento completamente diferente.

A iconicidade do vaso sugeriu formas de pensamento completamente diferente para cada um. Significa que, todos os objetos inclusos naquela sala, influenciaram de alguma maneira a todas as pessoas que estavam ali. Se um ou outro objeto não estivesse posto ali certas conversas nunca existiriam. Então, pensando assim, no cinema, qualquer objeto ou forma de falar ou até mesmo o tipo de fotografia usada, influenciará de uma forma icônica a todos os espectadores. Não significa que vá influenciar em uma nova ação mais formulará um pensamento novo que talvez jamais fosse pensado sem uma influencia externa, que nesse caso foi o cinema. Mais obviamente eu estou falando de iconicidade através das experiências e não da episteme. Quando chegamos ao ponto de que a experiência (doxa), conclui uma idéia a ponto de chegar no seu auge (episteme), então, a influencia ideal da iconicidade deveria ser exatamente a mesma para todos os telespectadores, independente se um deles teve uma avó que fazia biscoitos ou não!

Lidar com o cinema em uma forma filosófica não é tão possível quanto falar do cosmos.

Acredito na verdade absoluta, mais para uma arte que é sujeita todo tempo às experiências, então, neste caso, não poderemos lidar com a verdade e sim com a política. E obviamente, continuará sempre discussões sobre o que um filme quis dizer por um ícone ou outro, sem nunca encontrar o ponto final.

Apenas um rascunho

Tese: Fotografia no século XIX por ser mecânica não é arte.

Antítese: Século XX a fotografia é arte por envolver técnicas. No latim Art = Habilidade/ Técnicas.

Síntese: Existe um aprimoramento artístico através do progresso técnico

Gostaria de comparar a evolução da técnica cinematográfica, como a condução do drama por close- ups e como contraponto o “não arte” que é a mecânica do equipamento fazendo a “mágica”, com os carros esportivos atuais. Os carros esportivos assim como no cinema, são feitos por uma equipe gigantesca. Desde o desenho até a primeira fabricação. Gosto de falar sobre a Ferrari porque ela chama a atenção aonde os designer queriam que chamasse (como nos close-ups que comenta Hugo Mustemberg), como no motor, ou como na linhas laterais. A técnica de fazer carros com certeza cresceu muito em 100 anos assim como no cinema. Cresceram juntos, com públicos alvos diferentes, porém a técnica foi aprimorada em ambos casos e hoje em dia tanto um quanto o outro sem levar em conta o motivo pelo qual foram criados se poderiam considerar obras de arte. E se aprofundássemos mais enquanto ao aspecto filosófico se poderia dizer que possuem aura. Esta aura se poderia tomar como ponto de partida para evoluir o conceito em si ou a técnica de produção do mesmo.

Na técnica cinematográfica, a schemata já desenvolvida dá oportunidades para novos conceitos e descobertas. A utilização repetitiva das técnicas faz com que se torne comum, e com isso surgem novas técnicas com intuito de inovação. Na utilização do close up, se entendeu que a redução no roteiro era significativa. Porque com close ups não á nescessidade de longos textos para explicar a dramaticidade e a intensidade em certos momentos.

Para esclarecer o conceito de “não arte”; o qual se refere a idéia daquilo que for criado a partir de meios mecânicos não seria chamado de obra de arte; principio este totalmente ao meu parecer ambíguo; porque si nos valemos de um dedo para pintar, estamos criando algo por meios mecânicos? Não seria meu dedo uma ferramenta?

MOLDES DA CULTURA


Tenho uma mesa em minha sala com quatro cabeças de Buda, cada uma diferente da outra. Com certeza pra mim e todos aqui de casa acham que é uma obra de arte única, porque aqui temos acesso a apenas estas e cada uma diferente da outra. Por ter comprado em uma loja de decorações já imagino que existam muitas mais como esta por provavelmente haver sido feito por moldes.

Walter Benjamim assume que a obra de arte tem uma aura, por ser uma obra prima única,

mas filosofando aqui em casa a respeito do Buda, me toquei que teve de existir um molde, este molde com certeza teria sua aura, e olhando a reprodução que isso gerou, vemos o reflexo de uma obra prima.

Walter Benjamim diz que na época em que a arte era escupida e pintada, as únicas obras de arte reprodutíveis eram as moedas que se usavam na época. Acho que já vi alguma foto destas moedas. Mas a foto que vi nada mais era que a reprodução fotográfica da moeda que foi reproduzida milhões de vezes. Que? Então a cópia em película de cópias em outros materiais perdem seu valor? Depende da raridade do produto, da numeração da unidade. Me lembro ter visto uma foto com um número em baixo que dizia: 3/10. Perguntei ao meu pai o porque desta numeração na reprodução desta imagem; meu pai me respondeu que isso significava que desta imagem apenas existiam 10 cópias, e que aquela que estávamos vendo representava a terceira cópia. Daí eu lhe perguntei, mais e se agente comprasse esta foto e copiasse um monte pra vender? Aí ele me respondeu que era falsificação e que não valeria nada.

Não valeria nada? Não continua sendo a mesma imagem? Não continua sendo uma cópia fiel de um espaço/tempo único? Então uma cópia vale alguma coisa quando foi feita pelo autor. Vale uma pintura feita pelo autor. Nunca seria a mesma coisa ter o Auto-Retrato de Rembrant pintado por ele do que uma cópia fiel também pintada, mais, por um marroquino. A autenticidade parece ser o motivo do reconhecimento. Jamais vou a um cinema duas vezes para ver o mesmo filme na mesma película, muito menos ir em dois cinema para comparar as cópias e pensar: Ah, essa cópia é de setembro de 2005, e a cópia que eu vi é de agosto, portanto a que eu vi antes tem mais valor que esta. Seria tolice comparar isso quando não se tem diferenças significativas. Voltando a Rembrant, O marroquino que pintou o Auto-Retrato de Rembrant é um dos melhores artistas de Marrocos, não é qualquer pessoa que consegue fazer uma cópia tão fiel como ele fez. Mais exposto no chão em cima de uma toalhinha amarela com quadrados brancos, os turistas passam, o cumprimentam e seguem seu caminho. Não dão o valor que a obra de arte dele, que deveria também estar em um museu, merece. Por ser uma cópia tem de ter um valor fixo. Afinal, ele não fez o autro-retrato dele mesmo não é?.

No cinema ocorre a mesma coisa. Se você vai no centro da cidade acaba não comprando o “DVD” “DVD” que estão gritando pra você. E se compra significa um crime. Um crime porque a gravadora copiou apenas cinco bilhões de cópias, e este DVD “pirata” não faz parte desta contagem, portanto esta cópia não tem o mesmo valor que a cópia feita por uma grande empresa. Claro que falando assim não estou botando em conta a qualidade do produto.

Parece que não para o cinema, que investe milhões para atingir um público de 9 bilhões de pessoas depende da cópia, mais apenas das SUAS cópias e não as dos outros.

Bibliografia:

Walter Benjamim, Na era da reprodutibilidade técnica.

Freqüências Repetidas


A câmera como instrumento de capturarão de imagens parecidas como as que vemos a olho nu funcionam simplesmente porque se beneficiam da mesma técnica já evoluída para os animais que conseguem enxergar. A câmera nada mais é que a memória de uma visão no seu jeito mais simples, sem um sujeito para raciocinar, pois se ela não é reproduzida ela não conclui o seu ciclo, ou seja, não cumpre sua função como “implantadora de memória”.

Tudo o que vemos é freqüência, fonte de freqüência ou refletora de freqüência. Uma fonte de luz, produz uma certa freqüência de fótons que ao ir em uma velocidade que somente a energia consegue atingir brilha, e quando se choca com objetos de uma cor ou de outra refletem mais ou menos dependendo da sua freqüência. Aprendemos que certo tipo de freqüência são sonoros, outros visuais. Nosso corpo nada mais faz que diferencia-los para uma associação múltipla, mais independente, tal como uma câmera separa o som da imagem. A câmera nada mais faz que copiar o ritmo de freqüência e representa-los mais tarde.

Associando certo tipo de imagem ou experiência “real” com conhecimentos já adquiridos ou idéias implantadas chegamos a uma síntese, e a imagem e a idéia, como tese e antítese, acabam por ser subestimadas. A imagem então vem como tese, como experiência, o cinema é mais um elemento neste sentido de que sua função básica é como um pensamento incompleto, trazendo a tona apenas um elemento e se utilizando do indivíduo para sua conclusão de antítese para a síntese final.

Essa representação de tempo é associada por nossa razão em um intervalo de tempo como um sonho, podem ter passado anos no filme mais não é um problema para a diegese assim como não é em um sonho. Assim como quando dormimos não temos o controle sobre nossa imaginação e nosso cérebro fica em um momento lisérgico apenas tendo leitura dos pensamentos e não como escritura dos pensamentos no sentido racional. Assim funciona também no cinema, nosso cérebro entra em funcionamento de leitura e o raciocínio nestas duas horas vão ser uteis somente para o desenvolvimento da história, acho que é por isso que gostamos de um começo e fim, porque em nossos sonhos normalmente não o temos.

O tempo no filme não existe, existe somente quando o assistimos. Por assistir um filme e “gastar” tempo ali, é que o filme se “aproveita” para passar uma mensagem estendendo ou reduzindo o tempo através de suas elipses.

CINEMA COMO DISPOSITIVO DO SISTEMA CAPITALISTA.

Florianópolis, 23 de novembro de 2010




Aluno: Krystopher Andrade
Prof.: Ramayna Lira


















Gostaria antes de nada explicar que o que direi nas próximas linhas é a respeito de um cinema de massa com uma ideologia marcada que é a condução da massa como carneirinhos para se afundarem no sistema por culpa do capitalismo.







CINEMA COMO DISPOSITIVO DO SISTEMA CAPITALISTA.

Quando vivemos um certo tipo de experiência, parece muitas vezes que não a repetimos. Parece estarmos neste mundo para viver o máximo de experiências possíveis antes de irmos embora. Nossas idéias, ideologias são formadas por experiências e conhecimentos adquiridos durante o processo de vida, muitas das vezes usamos este conhecimento adquirido para formar nosso meio ou fortalecer oque já existe nele.
A experiência é aquilo que vivemos ou achamos que vivemos através da memória. Quando vemos um filme vivenciamos um tempo e nos sentimos parte daquilo. Se um filme é no interior de Alagoas, por exemplo, e mostra apenas a tranqüilidade de lá, pensamos automaticamente que se formos lá, veremos exatamente o que vimos no cinema. Associamos sim o filme com a experiência.
A câmera parece ser um terceiro olho para experiência. O que ela vê, nós vemos. A câmera é um aparato que consegue capturar uma nova experiência vivida por outros e trazer até nós. Consegue capturar um tempo e trazer para o futuro, consegue capturar uma memória com o máximo de detalhes e deixar parado no tempo até que alguem à veja.
Se vemos através do cinema muita gente morrendo de fome no continente africano (uma experiência) e se sempre ajudamos os necessitados aonde quer que vamos, podemos ter a ideologia, como a de ir á africa para ajudar como puder ou simplesmente de mandar um suprimento ou de comentar com alguém que faça parte de uma ONG que poderia vir a ajudar em algum momento.
O cinema hollywoodiano cresceu mais por culpa da direção de quem estava por trás dele em seu momento. As pessoas que viram o cinema como um aparato de produzir capital investiram ao máximo para ser exportado e para ter um retorno seguro. A ambição fez seu papel para que este tipo de cinema ficasse poderoso. A massa acaba por aderir e se sentir confortável com um modelo de filme que estava bem amarrado e que pudesse ficar suas duas horas olhando um filme, vivendo uma nova experiencia, sem precisar pensar. O filme também faz este papel.
Quando assistimos a um filme hollywoodiano, suas histórias já esgotadas nos passam a sensação de uma nova experiencia, nosso cérebro entra em um estagio letárgico por não precisar pensar. Isso faz com que pareça que nós estamos realmente presenciando aquilo tudo, vivendo isso e pensando exatamente oque o filme nos forçosamente faz pensar. O filme entra em nossa rama de neurônios e todos os pulsos elétricos são feitos por ele, como os das sensações junto com os da memória, como se o filme tivesse tomando conta do nosso ser por duas horas.
O capitalismo que é um dos dispositivos do sistema junto a igreja e a mídia parece ser o que manda em todos, como na igreja que se aproveita do que as pessoas acreditam para fazer dinheiro como a mídia que se aproveita do que as pessoas acreditam para ganhar dinheiro, e o capitalismo se aproveita do que? O capitalismo depende das pessoas continuarem a ser capitalista para poder continuar existindo e pra isso depende dos dispositivos!
O papel da mídia neste caso é fazer com que todos os seres humanos vejam os filmes feitos com grande quantidade de dinheiro, mostrando histórias de que o dinheiro é bom pra sociedade e pra si mesmo e que os estados unidos por serem ricos tem a melhor qualidade de vida que todos os países que são mais pobres invejam.
Isso para poder continuar havendo disputa entre todos, quanto mais disputa mais solitário será nosso caminho, e quanto mais solitário o meu caminho é mais difícil será de brigar pelo o que eu acredito, por isso a guerra da mídia contra o socialismo.
O medo faz com que as pessoas não deixem de ser carneirinhos, continuem sempre seguindo o que o outro disse e não pular o muro com medo do bicho papão ou, que viver em um lugar que não precise de dinheiro ou comunidade é viver na pobreza total. Sempre educaram a toda massa assim, desta maneira o povo continua trabalhando o dia inteiro em prol de uma mentira, por medo de viver de outro jeito.
Os índios por exemplo nunca precisariam viver vendendo cesto pra roupa se a sociedade capitalista não tivesse expandido para suas aldeias e cobrassem pelas terras aonde moram, obrigando-os a se retirarem e tentar sobreviver neste lugar esquisito aonde tudo é de todos mais nada é de ninguém.
A disputa que existe entre os filmes é difícil notar, para a massa nenhum filme de baixo orçamento se compara com as grandes produções hollywoodianas, mesmo que a massa aderisse as produções artísticas que nos “fazem” pensar, essas produções também vivem num mundo capitalista e também vão representar este mundo em seus filmes, e a mídia vai continuar, querendo ou não, conduzindo a massa a não sair deste sistema capitalista. Não há nada que possamos fazer contra isso, somos obrigado a conviver que a mídia é um pastor para seus carneirinhos, consegue conduzir a massa a viver “feliz” e “livre” em um sistema escravizado.
De alguma forma somos direcionados a isso. Nós, diretores e produtores de filmes temos na mão um poder inestimável e por culpa de não saber seu verdadeiro valor acabamos não usando em favorecimento da população tal como a educação, porque são as mesmas pessoas que não tem a devida educação que se beneficiam de tais dispositivos de controle e seguem fazendo os mesmos papeis que outros ignorantes(1) já o fizeram, o ser humano precisa aprender a evoluir
Se um grande número de pessoas que contivessem este conhecimento em suas mãos e soubessem qual é a melhor alternativa para se veicular certas imagens como ensinamento ou se toda a verdade sobre este sistema capitalista fosse de verdade exposto como fez “ZEITGEIST” não seria suficiente para uma população pois não intenderiam nada sem ao menos ter uma educação de alguns anos de educação alternativa ademas de uma vontade de acreditar juntando com filmes complementares como “QUEM SOMOS NÓS” e documentários em geral tal como os que explicam desde como funciona o universo como os que ensinam ou demostram como funciona os átomos e/ou as células de nosso corpo, e com certeza estudar muito sobre filosofia aí talvez conseguiríamos intender um pouco do que está acontecendo com nosso sistema degradante.
Quanto mais crescemos mais percebemos o quanto de informação inútil há por todos os lados, fazendo com que o ser humano se esqueça do verdadeiro motivo de sua racionalidade (raciocinar) e se deixa levar por mensagens e argumentos desprovidos de ideologia criados simplesmente para nossa confusão. O cinema é um desses instrumentos e não podemos nos enganar dizendo que não, mais podemos nos aproveitar deste aparato para mudar pensamentos e fazer com que o telespectador comesse a raciocinar mais.
Nascemos em um mundo já esquematizado e muito bem amarrado, tão bem que quando crescemos um pouco vamos pra escola quando nem podemos nos defender ainda, “para nosso próprio bem” mais nas escolas já nos ensinam a usar o dinheiro com tudo, desde o lanche, matemática, comprar figurinha, mesada.. Somo insertados de tal maneira que não temos outra referencia se não esta educação, como se no meio de um monte de outras, o capital é a mais importante e por isso está como uma mensagem subliminar (o de comprar) e quando a criança chega em casa para ver desenhos as propagandas continuam a estimular o uso do dinheiro. O cinema só ajuda este esquema.
Desde que o cinema surgiu entre 1895-1900, a sétima arte aproveitou para ganhar dinheiro, mais para ela fazer isso ela teve a colaboração para a massa que continue usando o dinheiro, do tipo, quando vamos a um cinema temos que pagar a entrada. Sempre fomentando este sistema. O cinema sempre, desde que surgiu, manipulou as pessoas para não pensarem em outra coisa, atua como um podador de arvore, se seu pensamento esta evoluindo para um certo tipo de idéia, fazemos um filme sobre esta idéia, aí então você dirá se alguém vier lhe dizer que imaginou algo parecido: “- Darr, eu já vi esse filme, isso é só um filme!” É assim que o cinema consegue podar a imaginação das pessoas, quando ele descobre alguma idéia, vamos dar o exemplo simples de 2012. Todo mundo comentava sobre a destruição do planeta com chuva de meteoro e alinhamento dos planetas ademas da super gravidade, expansão do sol, e um enorme diluvio. Oque os EUA fez? Fez um filme para tranqüilizar todo mundo, porque agora essa idéia de fim de mundo é apenas um filme e não um fato. E assim ele faz com tudo. Outro exemplo foi uma máquina inventada muito simples para ver o futuro com posse dos EUA, essa idéia vazou através da internet e logo foi feito um filme com os mesmos elementos do verdadeiro invento, isso bastou para todos pensarem que aquilo era somente um filme e não um fato verdadeiro. Infelizmente o capital é o que poda todos aqueles que acham que podem combater um guerreiro tão forte como EUA e seus banqueiros e empresários milionários, que são os mesmos que mandam em que filme deverá ser produzido ou não.
Cada idéia de filme feita pela maior produtora mundial se compromete apenas com o capital. Isso compromete a sensibilidade da massa, os mantem ignorantes, e acabamos não nos perguntando porque que eu tenho que acordar amanha cedo para trabalhar se eu não quero? Porque de fato acabamos de ver em um filme com o Will Smith mostrando que trabalhando muito você pode acabar se tornando chefe de uma empresa e ficar muito rico; por mais que isso seja verdade é um fato raríssimo e a maioria das pessoas que fazem isso atualmente não conseguem juntar oitocentos reais por mês.

1 Ignorantes neste caso significa todos os seres humanos que não tiveram a devida educação por culpa da ambição de alguns, é fácil manter o povo sendo escravo se ele não sabe que é escravo. (o ser humano se acostuma muito fácil com sua realidade.)















Krystopher Andrade.